Posts de março \18\UTC 2008

Porque sonhar não custa nada

março 18, 2008

O Jornal do Brasil saiu com uma matéria no domingo (16) sobre a “morte das revistas de música”. A reportagem está ok, nada demais, mas esse não é o assunto desse post, cada um que tire sua própria conclusão. O que mais me chamou a atenção é que ontem mesmo eu estava falando de algo parecido com a Helena.

Na verdade a conversa era sobre o que faríamos se ganhássemos na loteria. Helena disse que ia viajar de primeira classe sem itinerário e sem mala, além de abrir uma empresa pra desenvolver aplicativos web e promover ações culturais na rede. Eu, no meu ímpeto consumista, afirmei que gastaria boa parte em CDs e DVDs. E, claro, faria uma super viagem pela Europa e seus festivais de verão. Coisa de louco.

Mas nenhuma loucura é comparada à idéia a seguir. Foi quando eu revelei que tinha o sonho de montar um jornal diário em Santa Catarina para concorrer com a RBS e mostrar o que é jornalismo para aquela gente (pra quem não sabe, a RBS, afiliada da Rede Globo, é dona dos maiores jornais de SC e não possui concorrentes. E não tem nenhum jornal bom – o A Notícia é razoável, mas o Diário Catarinense é um baita lixo). A idéia era montar uma equipe foda, só com os melhores profissionais (provavelmente um monte de colegas de faculdade visionários e tão loucos quanto) e não se preocupar com lucro, só em fazer um puta jornal (lembre-se que eu acabei de ganhar na loteria e, teoricamente, dinheiro não é problema).

Foi então que eu vi quão estúpida era essa idéia. Porque jornalismo diário não é a coisa que eu mais gosto nesse mundo e voltar pra Santa Catarina não está nos meus planos pelos próximos 15 anos, no mínimo. Aí tive o estalo: ao invés de um jornal diário, eu deveria era montar uma revista de música foda.

Desde então fiquei pensando na equipe. Basicamente a idéia seria fazer como a General que, segundo me disse uma vez o Forastieri, foi criada para colocar os amigos para escrever o que quisessem (no meu caso seriam alguns amigos e outras pessoas que admiro muito). Há que sempre se lembrar que a revista não precisa dar lucro e, assim, realmente faríamos as coisas sem a “ditadura do mercado” (eu juro que não ingeri nenhuma substância alcoólica ou alucinógena para escrever esse post).

Uma das primeiras coisas a se decidir nesses casos é o nome da publicação. Como estamos falando da revista ideal e dos sonhos (meu e de todos, hehehe) nada mais justo que ressucitássemos a Bizz, afinal, ela está na memória afetiva de toda a galera que iria trabalhar nela – já apresento o staff. E assim também a Discoteca Básica continuaria existindo sem ser plágio de outra publicação.

Bem, vamos então aos nomes responsáveis pela empreitada. Como o sonho é meu (e o dinheiro também) eu seria repórter fixo – tem que ter alguma vantagem nisso tudo, né Gérson? Como editores Pedro Só e Tomate; quatro colunistas com liberdade para falarem sobre o que bem entendessem: Miranda, Forasta, Ruy Goiaba e Alex Antunes; e a lista de colaboradores fixos: Mutley, Mac, Sergio Martins, Ricardo Schott, Terron, Ronaldo Evangelista, Zé Flavio, Abonico, Fernando Rosa, Arnaldo Branco, Juliana Zambelo, Jonas Lopes e Ricardo Alexandre. Ainda não tive tempo de pensar em mais detalhes do projeto editorial, mas as tirinhas do Dahmer e do Arnaldo seriam presença obrigatória.

Essa lista acima é meio que um retrato das pessoas que foram importantes na minha escolha pela profissão e especificamente pela área de jornalismo de cultura. Se eu lembrar de mais alguém adiciono. Vou pensando em novas idéias e daqui uns dias rola um post novo sobre o assunto. Sugestões são bem vindas. Quem sabe não dá até pra fazer umas possíveis capas imaginárias das edições? Ah, sonho meu…

P.S.: Pra deixar de apenas sonhar, eu e a Helena escolhemos cada um três números e vamos começar a jogar na Mega Sena. Só não divulgo aqui os escolhidos porque não dá pra dividir com outras pessoas o prêmio.

E o Inferno lembra fim de semana

março 17, 2008

Sabe aquela listinha de shows ali de baixo? Então, pode tirar o Autoramas de lá e colocar Móveis Coloniais de Acaju no primeiríssimo lugar. Aliás, como disse o Upiara, dá pra colocar o show no Top 5 shows nacionais da vida fácil, fácil. Dia 4 de abril tem gravação do DVD no Itaú Cultural. Quero só ver a platéia aguentar sentada.

Enquanto não vem a resenha do show (e ela virá) coloco dois videozinhos. O primeiro é deste que vos escreve demonstrando toda sua vocação de Guitar Hero com o riff de Aluga-se Vende (a minha favorita da banda, sem dúvida). Em seguida, os próprios Móveis executando a canção. Não ficou igual?

Melancolia delivery (título inspirado na resenha do Jotabê Medeiros)

março 13, 2008

Ta ai a resenha do show do Interpol na terça. O texto entra na próxima edição do Bacana (que vai ter mais coisa minha) junto com a entrevista do Abonico, então já coloquei as duas coisas juntas aqui também. Entre as duas fotos está a resenha, e embaixo da segunda a entrevista.

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O Interpol se leva a sério demais. Fora o baterista Sam Fogarino, que disse querer pegar em um macaco (e virou capa de um grande portal da Internet com a declaração), em todas as entrevistas dadas antes do show de terça-feira, 11, no Via Funchal, as respostas eram secas, frias, calculadas – situação que mudou após o show e do carinho do público brasileiro, como pode ser conferido na entrevista do guitarrista Daniel Kessler abaixo. Faltava um pouco de jogo de cintura por parte dos músicos. E até Fogarino, o mais tranquilo deles, soltou um “os críticos deveriam lavar os ouvidos” em resposta às constantes comparações da banda com o Joy Division.

Em cima do palco essa seriedade se personifica em Paul Banks. O vocalista de voz grave e quase monocórdica permanece praticamente o show inteiro impassível. Nada de risos, movimentos bruscos, quase nenhuma interação com a platéia – fora os tradicionais “thank you” foram poucas palavras e, no momento em que mais soltou o verbo,c sua voz forte tornava incompreensível o discurso. Quem mais se esforçava em entreter o público era o guitarrista Daniel Kessler – levando a sério o conceito de show em que o músico anda pelo palco, abaixa-se para fazer solos e riffs, vai à frente do palco para causar um frisson na platéia, etc. O baixista Carlos De girava em torno de seu mundo particular e seu aspecto de Edward Mãos de Tesoura e Fogarino garantia a precisão necessária ao som melancólico do grupo.

Mas, pensando bem, nenhum dos quatro ali precisava fazer mais do que isso. Afinal, os quase 3 mil fãs que lotaram o Via Funchal esperavam, com seus corações e almas um tanto emo-góticas, o desfile de canções sobre dor, depressão, tristeza que compõe os três álbuns da banda. E respondeu com entusiasmo e fervor aos versos de Mr. Banks, com gritos histéricos, mãos para o alto, palmas, coro abafando o vocalista em alguns momento, levando a sério seu papel em um concerto de rock.

Há shows em que você vai mesmo sem conhecer muito a banda e volta fascinado (comigo aconteceu com o Arcade Fire). Em outros, apesar de simpatizar com o grupo sai decepcionado da apresentação (Placebo). Com o Interpol nada muda, ao final do show você continua com a mesma impressão – no meu caso, que o Antics é um baita CD principalmente por apostar em batidas mais dançantes (às quais a platéia reagiu com entusiasmo), o Turn On The Bright Lights é bem legal e tem ótimos momentos (“Stela Was a Diver and She Was Always Down”, “PDA”) e o Our Love To Admire é bem fraquinho (ouvi comentários de amigos que bocejaram durante as músicas do último álbum do quarteto).

No final do bis gigante, quando Banks pára de tocar guitarra em “PDA”, acende um cigarro e encara a platéia com olhar blasé e galanteador, enquanto Kessler e De transitam em seus universos paralelos, o vocalista exala um ar de dever cumprido. A intensidade dos brasileiros e sua reação ao show entusiasmaram tanto a banda que os sorrisos em cima do palco eram visíveis e Banks soltou um “you’re amazing” em agradecimento. Enfim, é um show para fãs, daqueles em que a banda oferece exatamente o que o público quer – nem mais, nem menos. O que não é ruim. Mas não custa se divertir um pouco às vezes.

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Entrevista feita na quinta-feira, 13 de março, pelo jornalista Abonico Smith, do Bacana.

A: Hoje à noite vcs tocam no Rio. No sábado ainda tem o show de BH. Haverá muitas mudanças com relação ao set de SP?
D K: Não sei como vão ser esses shows, mas provavelmente não haverá muitas mudanças não. Talvez uma ou outra música seja incluída ou tirada. Como é a primeira vez que estamos tocando no Brasil, achamos que não devemos arriscar muito.

A: O que você achou da platéia de SP? A reação foi do jeito que vocês esperavam, já que amigos de outras bandas de NY haviam os alertado sobre o público brasileiro?
D K: Sim, foi maravilhoso. De fato, foi uma das platéias mais entusiasmadas e maravilhosas que já tivemos. Estou adorando conhecer o Brasil. Não pensávamos muito em como seria antes porque, você sabe, não daria para prever estar aqui morando longe. Mas estou gostando e muito!

A: O último álbum me parece menos sombrio do que o anterior, com você e Paul (Banks, vocalista) explorando mais as harmonias na guitarra…
D K: Sim, esse é mais harmônico, com certeza. Abrimos novas possibilidades enquanto compúnhamos as faixas. Sobre ser menos sombrio, pode até ter sido esse o resultado, mas com certeza não foi intencional. QUando criamos, faezmos tudo junto. Eu começo com uma linha da guitarra, Carlos (D, baixista) e Samel (Fogarino, bateria) vão tocando atrás e depois Paul entra por último. Por isso nunca sabemos que direção cada música vai tomar.

A: Uma das músicas novas que mais me encanta é “Rest My Chemistry”. Ela não tem a tradicional batida reta, é diferente das demais. É um pouco groovy, com um certo balanço soul… Isso foi algo planejado?
D K: Que legal que você gosta dela. Essa música é muito boa. Realmente ficou um pouco distinta das demais. Gosto de tocá-la também. Mas como eu disse antes, nada é planejado. Ela saiu assim e gostamos muito do resultado.

A: O projeto gráfico do primeiro álbum (Turn On The Bright Lights) era todo baseado no preto. O posterior, Antics, já veio com o inverso, uma capa branca. Agora, em Our Love To Admire, vocês vieram com um encarte cheio de animais selvagens se atracando e comendo uns aos outros. O cenário do show também se baseia nisto. Por que a mudança?

D K: Bom, isso foi idéia do responsável pelas nossas artes gráficas. Ele pensou nisso, nos apresentou as fotos e nós gostamos muito. Não existe um significado por trás disso, na verdade. É só uma representação visual.

Cinco shows em cinco palavras

março 10, 2008

Em quase dois meses de São Paulo, já assisti mais shows do que em todo 2007 em Floripa. Assim, preciso começar a listar eles, porque a escolha dos melhores no final do ano vai ser bem mais difícil, pelo jeito.

Até o momento são os seguintes, cada um resumido em apenas uma palavra.

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1) Do Amor, no Studio SP (foto) – versatilidade
2) Fernanda Takai, no Sesc Pinheiros – sutileza
3) Los Porongas, no Centro Cultural São Paulo – intensidade
4) Vanguart, no Itau Cultural – interação
5) Autoramas, no CB – energia

Vai um pirulito ai?

março 7, 2008

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O hino da depressão

março 6, 2008

Não que eu esteja triste – pelo contrário, hoje a Marina e a Dani ficaram espantadas com o humor que eu levantei. Mas é que, cansado de assistir TV (não adianta, depois que acaba o Redação SporTV não passa nada de bom) liguei o MP3 player e estava tocando “Still Ill”, dos Smiths. E simplesmente não consegui parar de mexer os braços e dançar. Porque esse é um dos maiores méritos dos Smiths: tá lá o Morrissey cantando todo aquele sentimentalismo, dramas, pessimismo e coisa e tal mas o instrumental é fodidamente alegre. No Brasil a Wonkavision tenta fazer isso, só que de uma outra maneira.

Gosto particularmente de “Still Ill” por causa do primeiro verso, certamente Top 5 em sua categoria (sim, eu revi Alta Fidelidade esta madrugada). Assim começa Mr. Moz: “I decree today that life is simply taking and not giving“. É conciso, definitivo e fatalista ao extremo. Quer coisa mais poética para alguém triste e desolado? Mas, ao mesmo tempo que você chora com a letra a batida te faz mexer o quadril. Remédio pronto para a dor. Ai a letra vai destilando melancolia até que Ele resume “for there are brighter sides of life and I should know because I’ve seen them – but not very often“. Lindo, lindo.

Reiterando: eu não estou triste.

O que foi é bla bla bla

março 5, 2008

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Finito. Na segunda-feira a Pipodélica fez o anúncio oficial de seu fim. Recebi o e-mail e fiquei meio cabisbaixo, afinal, das bandas do rock independente nacional, eles eram os mais próximos a mim (sem duplo sentido, please). Mas na verdade o fim parecia ser inevitável. Desde a primeira vez que os entrevistei,eles já assumiam que estavam ficando velhos e com outros interesses. E que, principalmente, não aguentavam mais tocar ao vivo. De fato, de lá até o derradeiro momento foram pouquíssimas apresentações – dá pra contar nos dedos de uma mão e ainda sobra, se bobear.

No currículo, a banda deixa um disco excelente (Simetria Radial), um dos melhores da década, e quatro EPs (Tudo Isso, Enquanto o Sono Não Vem, Volume 4 e Infinito). E ainda há um disco novo em folha, gravado em 2006 e 2007, a ser lançado pela internet em breve. De aperitivo, duas músicas no MySpace da banda. Já ouvi algumas outras e posso garantir: todas possuem o selo Pipodélica de qualidade – ou seja, cuidado com arranjos, timbres, detalhes e psicodelismo, progressivo e pop na medida certa. Tem até uma música folk.

O único porém nesse final da banda, para mim, é que falta um show de despedida. Conversei ontem com o Xuxu, vocalista e guitarrista da banda, e ele descartou a hipótese por um simples fato: eles ultimamente não tem nem tempo para ensaiar. De qualquer maneira, o próprio Xuxu está gravando um CD solo, a ser lançado sabe-se quando.

Abaixo o comunicado oficial da banda e dois vídeos legais, do ensaio da melhor música deles, Memória Multicolor, e um registro ao vivo da música que dá nome a esse post, Bla, Bla, Bla (não achei o clipe no YouTube).

Nota Oficial
“Hoje estamos tristes. Estamos anunciando que encerramos as atividades do Pipodélica. É como um casamento que agora se rompe, muito embora, olhando pra trás, tenhamos certeza que tudo foi muito além do que poderíamos imaginar. Nestes quase 8 anos pudemos conhecer pessoas especiais e tocarmos em lugares realmente incríveis. Seguramente para nós, não poderia haver melhor legado pessoal do que este.

O fim da banda não representa que a nossa música acabou, sobretudo nestes tempos de difusão ilimitada de informação. Acreditamos que a obra sempre estará lá, eternamente.

Foi inevitável envelhecer. Então a tristeza fica diminuída quando aceitamos ser natural que os interesses pessoais tornem-se divergentes. Deste modo, seria uma falta de respeito com nós mesmos e nossa história prosseguir desfigurados, por simples apego.

Deixamos registrado “Não Esperem Por Nós”, um último disco que não sabíamos ser o derradeiro, pronto. Estará disponível juntamente com nossos outros projetos, para download gratuito em breve, com arte e tudo mais que se tem direito.

Sobre este título, agradecemos ao pessoal da Trombador Discos (em espacial à Kátia) por todo suporte e entusiasmo e aos nossos apoiadores, Guitarland, Alexandre Arroyo e João Abreu (luthiers).

Por fim, somos muito gratos às nossas famílias e a todos os nossos amigos e admiradores, por passarem a fazer parte da nossa história. Muito obrigado!

Um grande abraço,

M. Leonardo + XuXu + Batata + Heron”

Quem pode, pode

março 3, 2008

Do G1

“O Led Zeppelin não fará uma turnê mundial porque Robert Plant quer dar prosseguimento aos seus projetos próprios, disse uma pessoa próxima ao cantor ao jornal inglês “The Sunday Mirror”.

De acordo com o periódico, Plant, de 59 anos, recusou uma proposta que totalizaria o equivalente a US$ 300 milhões em cachês para os integrantes da banda.

O vocalista já tem uma série de shows com a cantora Alison Krauss, com quem lançou um álbum no ano passado, agendada para este ano. O Led Zeppelin fez uma apresentação em Londres em dezembro do ano passado que causou grande comoção entre os fãs e alimentou expectativas de novas apresentações.”

Agora é torcer para pelo menos a turnê dele com a Alison passar pelo Brasil. Se serve de consolo.

Aqui a notícia completa.

Quando surge o alviverde imponente…

março 3, 2008

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Todo mundo alardeia que a torcida do Curintia faz um espetáculo lindo, incentiva o tempo inteiro e essas ladainhas. Realmente ver a torcida do Curintia cantando ao vivo, no Morumbi lotado, é legal. Mas muito, muitíssimo, mais bonito e emocionante é ver a torcida calada depois de El Mago Valdívia contabilizar o gol da vitória palmeirense. Claro, o único som que se ouvia no estádio era a torcida verde e branca. Coisa linda, digna da minha primeira vez em um jogo em São Paulo. To confiando que sou pé-quente. Vou tentar perder o mínimo de jogos possíveis.

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Bola na rede é a alegria da galera

De volta à cozinha

março 1, 2008

Fazia um bom tempo que eu não cozinhava – na verdade, desde que saí de Floripa, em dezembro. Ai hoje resolvi fazer o almoço aqui em casa. Nada de sofisticado, um macarrão a bolonhesa básico. Não tem receita, é tudo meio no olhômetro e vou provando se está ficando bom. Ficou bem gostoso. E relativamente bonito.

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