Em uma das reuniões de TCC com a minha orientadora, contei que o personagem do meu perfil tinha um bife batizado em sua homenagem em um restaurante de São Paulo. “Você tem que comer o bife! Com ele!”, me disse ela. “Está aí seu lead.”
Lembrei, na hora, da forma que o garçom do restaurante em que comemos ostra, em Santo Antonio de Lisboa, no norte de Floripa, despediu-se de meu entrevistado: “prazer em te conhecer.” Mencionei o fato à minha orientadora e, naquele momento, sabia que tinha minha última frase. “Pronto, você tem o início e o fim. O resto é fácil.”
No começo, não acreditei. Hoje, porém, nunca me sinto tão em paz quando sei como começar e fechar um texto.