Arquivo da categoria ‘Textinhos’

Bah, velhinho!!!

maio 26, 2008

Em dezembro do ano passado me formei em Jornalismo na UFSC. Para o meu TCC fiz um perfil do produtor musical e jurado do Ídolos Carlos Eduardo Miranda. Foram seis meses entre pesquisa, apuração e redação. O resultado é aquele que eu considero o meu melhor texto até hoje, sem dúvida. E como nenhuma revista quis publicar, resolvi colocar na internet mesmo.

Agradecimento especial ao Miranda, por ter aceitado me dar entrevistas; ao Mac e ao Neto, que me hospedaram em São Paulo; à Roberta, que me apoiou durante o processo, revisou e deu boas dicas; ao Alemão, que revisou o texto um sem-número de vezes; à Daisi, pela orientação; e ao fotógrafo Rui Mendes, que me salvou aos 45 do segundo tempo cedendo a foto que ilustra este post e abre a matéria e que também liberou que eu publicasse ela na internet sem fins lucrativos.

Então, terminada a puxação de saco, vamos ao que interessa: o TCC pode ser baixado neste link. Críticas, sugestões e até xingamentos são muito bem-vindos.

Textinhos novos pela net

março 24, 2008

A edição 44 do Bacana começou a entrar no ar – durante a semana o Abonico vai colocando todos os textos no site. Por enquanto tem uma matéria minha com o Pato Fu, mas tem mais coisa por vir – Violins, Ecos Falsos, Terminal Guadalupe… Cola lá que a edição também traz uma reportagem especial sobre as gravações do novo disco da Poléxia.

UPDATE: Resenha da gravação do DVD do Vanguart no Rumos Itaú Cultural publicada no Scream & Yell aqui.

De volta à ativa

fevereiro 20, 2008

Trabalhar como blogueiro pelo RadarCultura durante o Campus Party me fez querer reativar meu blog. Tudo bem, eu sei que eu prometia a cada dois meses uma atualização mais constante do velho Balada do Louco e que algumas pessoas, justamente por isso, vão achar que essa é so mais uma promessa que dificilmente será cumprida. Mas dessa vez é diferente. Tomei gosto de verdade pela coisa. E já tenho milhões de idéias de posts a fazer. To empolgado mesmo.

E, para começar com o pé direito, publico aqui a íntegra do meu post sobre a Marimoon no Radar. Por questões editoriais do Radar o Julio acabou cortando meu segundo parágrafo, em que eu (assumo) chamava ela de feia, por tabela. Aqui vai o texto inteirinho entonces.

A maior blogueira do Brasil?

Circulando pelo andar térreo do prédio da Bienal, no Ibirapuera, a blogueira Marimoon vivia momentos de celebridade. Enquanto fãs adolescentes tiravam fotos com a agora apresentadora da MTV, outros passavam perto e perguntavam a outras pessoas se era ela mesmo. Depois da confirmação, empolgados, soltavam “ela é a maior blogueira do Brasil, não?”. Hum… ééééééé… ahn… err… Acho que não.

marimoon.jpg

De cabelo pink, piercing no meio do lábio inferior, regata branca, saia xadrez preta e branca, coturno preto até o joelho, pessoalmente Marimoon é como as capas da Playboy: o Photoshop engana – ela é bem mais bonita no fotolog e similares. “Não me acho feia nem bonita, me acho normal”, confessa.

Um breve histórico. Marimoon é de uma época em que a discussão coqueluche sobre blogs em revistas de adolescentes girava em torno dos “diários pessoais abertos para todo mundo ler”. Em 2003, criou um fotolog e não parou mais. “Tirando foto de si mesma você se descobre, além de poder incorporar personagens, fazer maluquices.” O fotolog da menina chegou a ser um dos dez mais acessados no mundo. Ela virou celebridade na rede e, depois de várias aventuras virtuais, hoje é VJ da MTV. A emissora musical acha que Mari representa muito bem sua geração. Ela tem 25 anos.

Marimoon tem conta em todos os sites possíveis – Flickr, MySpace, YouTube… Só no Orkut são nove perfis. Tem até uma loja de roupas virtuais, com os modelos que ela mesmo cria e faz. Durante palestra na área de criatividade do Campus Party, perguntada se não pensava em criar um podcast para contar sua vida em novo formato, respondeu na lata: “ah, em 3D, não? Ai você fala, aparece a imagem”. Aham.

A palestra de Mari estava lotada, mas a primeira fila de cadeiras permaneceu vazia até o final, quando dois incautos se aventuraram no local. Ao meu lado algumas meninas desdenhavam da fala da garota. Juro que não sei se era inveja.


Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.