Porque é carnaval

O Móveis Coloniais de Acaju gravou essa semana nos estúdios da Trama uma versão carnavalesca de “Adeus”, a música que abre o segundo disco da banda, C_mpl_te. Dá para baixar a música aqui.

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2 Respostas to “Porque é carnaval”

  1. Tony Almeida Says:

    Caro jornalista indie. Li essa postada em um blog em resposta a um leitor. Acho que cabê direitinho pra vc.

    Não acrescenta nada. Eu simplesmente ouço e passo adiante, por que essas bandas perdem o gás rápido, ou não tem nenhum. Elas são facilmente identificáveis. Seus “músicos” não tocam nada, as letras são toscas, eles posam de stars e soam todas confusase iguais. E infelizmente, na atualidade, a maioria das bandas de rock são ruins. Não é interessante para a cultura em geral se referenciar pelo mau feito, pelo pobre, pelo o que não tem criatividade e diferencial, e esses aspectos Otto tem de sobra. Esses tipos de bandas não têm perenidade, se desfazem fácil. É muito cômodo estar na moda e incensar hypes porcarias que não duram três discos, como Bloc Party, ou então achar que Ecos Falsos ou Charme Chulo são bons quando se ouviu pouca música na vida. Ou quando se é acomodado e não corre atrás das raízes. Acho que as pessoas que aceitam como boas essas bandas a que Otto se refere, especialmente os jornalistas blogueiros que adoram indies (foi a isso que o Otto se refere tbm,) deveriam ouvir com atenção e de preferência em vinil, James Cotton, Sly Stone, Pedra, Klatu, James Brown, Patty Smith, Vanila Fudge, Os Mutantes, Peso, Terço, Zeppelin, Dylan, Neil Young, Jazzco, Azimuth, Byrds, Bach, Mussorgysky, Telonius Monk, Miles Davis, John Coltraone, The Band, 2 Pac, Nick Drake e muitos outros,antes de se pautarem por grupos ruins. Igualmente, as pessoas que querem fazer musica hoje deveriam ouvir mais. Enfim, adquirir cultura musical antes de se porem a escrever sobre musica, senão fica tudo naquela bobagem de indie – que na verdade vem de arte independente – mas que erroneamente virou estilo musical muito por causa da NME!! Digo mais uma vez, para analisar é preciso ter visão sistêmica. Hoje todo mundo faz um blog e se acha critico de musica conhecendo quase nada de musica. Não é a toa que existe um blogueiro, em um grande site baseado em SP, (me guardo no direito de não dizer quem e qual, mas é fácil descobrir) que na sua estreia postou uma matéria intitulada “O dia em que virei indie”. É pra rir ou chorar?

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