“Pra ter um fim toda história tem que começar”

Em algum momento do ano passado eu prometi que não escreveria nenhuma linha a mais sobre o Móveis Coloniais de Acaju. Hoje eu repito a promessa com a querida Tulipa Ruiz. Eu já escrevi matéria, já fiz resenha do disco e resenha do show, já toquei “Pedrinho” e “Às Vezes” no Scream & Yell On The Radio e já cansei de dizer que este é o melhor disco do ano (até aqui) e que “Às Vezes” é deliciosamente pegajosa. Então agora o que você tem que fazer é ouvir o programa dos chapas do Urbanaque com a cantora e baixar aqui a versão da sensacional “Dia a dia, lado a lado”, parceria de Tulipa com Marcelo Jeneci que deve sair em um single especial dos dois até o fim do ano. Fora isso, a não ser em ocasiões especiais, não escrevo mais uma linha sobre Tulipa. Se você ainda não entendeu que ela é a maior revelação da música nacional nos últimos anos, bem, o problema é todo seu.

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Uma resposta to ““Pra ter um fim toda história tem que começar””

  1. O segundo semestre e seus maravilhosos shows. Says:

    […] por público e crítica. Tiago Agostini mesmo rasgou toda a seda que tinha no mundo pra ela em seu blog. Eu gostei de apenas uma música. Me disseram que ao vivo é melhor. Eu gosto de dar segundas […]

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