Archive for the ‘Cinema’ Category

“Then I saw her face”

maio 21, 2010

Saca só a versão do Weezer para “I’m A Believer”, dos Monkees, que estará em “Shrek Para Sempre”, último filme do ogro verde, que estreia no Brasil dia 9 de julho. Fodaça, a prova de que, quando quer, Rivers Cuomo consegue fazer músicas pop deliciosas.

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“Se eles têm três carros, eu posso voar”

julho 13, 2009

“Faço a maior força possível para alcançar esse âmbito de comunhão onde eu falaria X e eles entenderiam X, não Y” (Arnaldo Baptista)

Documentário obrigatório, sobre uma das figuras fundamentais da música brasileira.

Quando as pessoas escrevem o que você pensa

maio 14, 2009

Luiz Zanin, sobre o documentário “Simonal: Ninguém Sabe o Duro que Dei”, aqui. Documentário sensacional que entra em cartaz esse fim de semana. O último parágrafo resume tudo.

Arnaldo Branco, sobre o livro “Abusado”, do Caco Barcellos, aqui. O livro é uma aula de como as percepções da classe média sobre a classe baixa e o crime são geralmente erradas e mostra que há uma série de nuances e pequenos momentos que acabam levando meninos pobres para o tráfico. Aula de jornalismo.

“Ninguém me explicou na escola”

abril 27, 2009

Se ainda não assistiu, você já deve ter ao menos ouvido falar sobre o filme “Ele Não Está Tão A Fim de Você”. Comédia romântica das boas, que vale a pena assistir, apesar de algumas escorregadas no finalzinho, que não chegam a comprometer (agora, é um saco quando você tá assistindo a um filme inteligente que tem um final padrão de Hollywood).

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Já vi mulher falando que é um soco no estômago, uma aula sobre a vida, que devia ser assistido uma vez por semana, que devia ser exibido nas salas de aula para as meninas desde pequenas. Agora, o que ninguém diz é que Leoni já pensava nisso lá nos idos de 1985.


Uma campanha pela valorização do ótimo pop descartável brasileiro

Dois trailers do filme pra você se animar a assistir.

Uma dica: não assista ao filme com pessoas do outro sexo, sejam elas amigo(a)s, namorado(a)s ou ficantes.

E uma reclamação: terminar um filme com “Friday I’m In Love”, do Cure, é uma covardia. Deveria ser proibido.

“What can we forgive?”

janeiro 8, 2009

Por que eu demorei muito pra assistir esse filme e simplesmente achei foda. Então, se você ainda não viu, não perde mais tempo. E que trilha

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“Sometimes people need a little help, sometimes people need to be forgiven”

“It’s not a victory march”

junho 19, 2008

Talvez não seja a coisa da qual mais ter orgulho na vida, mas eu choro em filmes. Em uns mais, outros menos, uns sempre outros apenas na primeira vez, mas eu choro. Juro que eu tento evitar, mas de repente chega. E quando um filme termina com uma bela cena ao som de “In My Life”, tem como resistir?

Tudo isso por causa do tal filme, Little Manhattan (ABC do Amor em português, um dos casos de tradução horrível). É a história de um menino de 10 anos e meio (Gabe) que se apaixona por uma garota de 11 (Rosemary), que ele conhece desde o jardim de infância mas que a grande parede de ferro que separa o mundo dos meninos e das meninas até uma certa idade tratou de os separar. Até que a aula de caratê acaba os unindo novamente e, pouco a pouco, ele vai se apaixonando. Confuso, ele vai andar por essa montanha-russa que é o amor, com seus altos e baixos, e aos poucos descobrir todas as nuances desse sentimento que se assemelha tanto ao ódio.

Little Manhattan não é um filme bobo, infantil, apesar da idade dos personagens. É a prova de que o amor é amor não importa a idade. Há não muito tempo atrás, coisa de dois meses, eu conversava com uma amiga e acabei comentando que, quando nos apaixonamos, somos sempre os mesmos adolescentes bobos vivendo o primeiro amor, cometendo os mesmos erros, sentindo os mesmos calafrios, as mesmas inseguranças, o medo constante de ter feito algo errado, de ter dado um passo a mais do que o esperado, de ter estragado tudo e não ter mais volta, e nos aliviando com um simples sorriso da pessoa amada. Porque o amor é feito de detalhes, aquelas coisas únicas que só os dois conhecem e só fazem sentido para eles. É disso que trata Little Manhattan, o pequeno retartado de amor que vive em cada um de nós, aquele que deita na cama chorando quando briga com seu amor e só se cura com um bom colo.

Porque, como sabiamente disse Mr. Leonard Cohen, “It’s a cold and it’s a broken Hallelujah”.

P.s.: O post foi escrito ao som de Superphones, simpática banda de powerpop gaúcha que já não existe, mas deixou um ótimo CD epônimo gravado. Abaixo o clipe de “Down The Drain”, que abre o disco.

Simplesmente genial (2)

abril 3, 2008

Dica da Helena no Google Reader.

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A cena que inspirou a foto está em um dos meus filmes favoritos ever, Monty Python Em Busca do Cálice Sagrado.

Simplesmente genial

abril 1, 2008

Ótima dica do Rodrigo Levino. É impressionante como alguns filmes não precisam de mais de 5 segundos para fazerem todo sentido. Abaixo os meus favoritos, mas tem uma porrada de vídeo parecido no YouTube, dá pra passar um tempão se divertindo.

And the Oscar goes to…

fevereiro 25, 2008

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Merecidíssima a estatueta de Melhor Filme para Onde Os Fracos Não Têm Vez. O clima de tensão permanente que os irmãos Coen conseguem imprimir no filme, mesmo sem trilha sonora, é angustiante. A cada abertura de porta é difícil até piscar na frente da tela. E o final me lembrou uma conversa durante a aula de Redação VII, não tão distante, em que minha professora dizia que era um saco o final de Peixe Grande, porque ele resolve a história, dá uma moral, um final normal. Realmente, nem todos os filmes precisam de finais conclusivos.

E se é para falar em final, nada melhor do que o outro grande concorrente da noite, Sangue Negro. Há quem diga que é demais, muito violento, mas não caia nessa – é uma cena extremamente necessária, e com um final sublime. Conclusivo de uma forma totalmente fora do comum. Aliás, fosse Sangue Negro o grande vencedor da noite não haveria nenhuma injustiça.

O único porém é que Javier Bardem bem que poderia ter sido indicado a Melhor Ator, já que ele é a grande estrela de Onde Os Fracos Não Têm Ve.z Apesar que uma disputa entre ele e Daniel Day Lewis também seria cruel para as apostas. Melhor assim, que os dois saem devida e merecidamente premiados.

Meu filme mais querido, Juno, recebeu apenas um Oscar, o de Roteiro Original, mas também não precisava mais. O sucesso do filme (foram cerca de US$ 120 milhões arrecadados até agora, para uma produção de US$ 7,5 milhões) já lava a alma. E tem (mesmo bobinha), de longe, a melhor cena final de todos os concorrentes.