Archive for the ‘Lista’ Category

Melhores de 2009

janeiro 28, 2010

Eu sei que o ano novo já está avançando bem, mas nunca é tarde pra soltar uma lista. Essa semana o Mac colocou no ar o Melhores do Ano do Scream & Yell, com o voto de 68 jornalistas e músicos brasileiros. A lista do Scream costuma ser a mais equilibrada que sai no país, pela quantidade de votantes e pela transparência do processo – os votos estão todos abertos para quem quiser ver e recontar. A minha lista completa dá pra ver aqui, mas, como 2009 foi um ano sensacional para a música brasileira, acho que listar apenas cinco discos é pouco. Por isso, aí embaixo está o meu Top 10 discos do ano.

1 – Uhuuu! – Cidadão Instigado

2 – C_mpl_te – Móveis Coloniais de Acaju

3 – Vagarosa – CéU

4 – No chão, sem o chão – Rômulo Fróes

5 – Life is a big holyday for us – Black Drawing Chalks

6 – Tudo que eu sempre sonhei – Pullovers

7 – Banda Gentileza – Banda Gentileza

8 – The Way Opa! – Superphones

9 – Certa manhã acordei de sonhos intranquilos – Otto

10 – Cassim & Barbária – Cassim & Barbária

P.S.: E se é pra falar de boa música brasileira, dá uma lida nesse texto do Pedro Alexandre Sanches sobre a caixa do Jorge Ben – e de quebra na entrevista completa que ele fez com o “homem da gravata florida” pra Trip. Saca abaixo o começo do texto sobre a caixa:

“Em 1967, aconteceu um congestionamento de movimentos musicais no Brasil. A tropicália foi o rótulo vencedor do acirrado campeonato, mas até que essa definição se consumasse o futuro da música pop brasileira hesitou entre apelidos como pilantragem, som universal, samba jovem, jovem samba, samba brasinha, toada moderna. Se tantas vertentes (tropicália incluída) pudessem ser somadas, resumidas e transfiguradas em gente, o movimento teria um só nome: Jorge Ben.

Figura referencial de todos aqueles balões de ensaio, esse músico carioca ímpar saltaria dos bastidores, onde se encontrava em 1967, para o trono nunca largamente reconhecido de artista mais influente da música brasileira dos anos 1970 adiante.”

Os grandes hits dos anos 00

dezembro 23, 2009

“Com todo o respeito às pistas de dança do salão paroquial de Umuarama ou aos radinhos de Presidente Getúlio, se a gente quisesse realmente saber o que mais tocou nesse Brasilzão nos últimos 10 anos, a gente contaria o número de ocorrências no Google ou YouTube, consultaria o Ibope, o Gallup ou sei lá o que. Quando a gente fala de hit aqui, refere-se àquela música que fala às estranhas e pega nas ventas. A gente fala da vocação de hit. De música maneiraça.”

Este singelo textinho do Mutley serve de introdução pra seleção das maiores músicas dos anos 00 que ele fez aqui. Vale muito a pena conferir. O primeiro vídeo do post é a música que o Mutley elegeu como hit da década. Abaixo a minha preferida. Aproveitem.

I'm a freak, I'm a weirdo

dezembro 16, 2009

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Já que tanta gente me cobrou nos comentários do post anterior sobre eu não ter colocado o Radiohead entre os melhores da década, lá vão algumas considerações:

1 – Kid A: Juro que eu tentei. Ouvi o disco várias vezes, muitas delas tentando gostar, mas não rolou. A esquizofrenia eletrônica dele não me bate, simples assim. Entendo a importância, entendo a relevância, acho “Idiotheque” uma ótima música, só que o disco não bate. Mas eu curto bastante o texto do Simon Reynolds sobre ele, serve?

2 – In Rainbows: A união de Kid A e Ok Computer que o Radiohead fez nesse disco me agrada, acho que a retomada deles para as melodias foi a salvação da banda. É talvez o disco mais importante da década pelo modo como foi lançado e como abalou as estruturas da indústria – e eu acredito piamente que um dia iremos olhar para a história da música como “antes de In Raibows/depois de In Rainbows“, tipo a Queda da Bastilha do pop. Devemos lembrar, porém, que contexto histórico não importa em nada na elaboração dessa lista, e todos os outros discos, pra mim, são superiores musicalmente a In Rainbows. Ah, mas o texto do Matias sobre o álbum também é incrível.

3 – Eu gosto muito de Radiohead. Ok Computer é um dos melhores discos de todos os tempos pra mim – e quem leu este texto sabe disso.

4 – Tempos atrás o Giancarlo, do Hotel Avenida, falou algo sobre o Radiohead precisar ser entendido, nos dias de hoje, como uma banda que mostra as tendências a serem seguidas no futuro. Quase como uma banda guia, se é que isso existe. Acho que é um ótimo ponto de vista.

5 – O grande show de 2009 foi o do Radiohead – não fui no AC/DC, antes que metaleirinhos venham me atirar pedras. E um dos momentos mais emocionantes que eu presenciei em um palco foi esse abaixo.

Sobre listas:

1 – Eu não sou o dono da verdade e não espero que ninguém concorde 100% com o que eu escolhi. Eu não concordo 100% com a lista de ninguém. Por isso faço a minha.

2 – Listas servem, mais do que qualquer outra coisa, para gerar o debate. Para isso servem os comentários do blog. Argumentação é sempre sadia.

3 – Nunca uma lista, seja ela qual for, vai agradar a todo mundo. Para entender isso, você já leu o texto do Mac?

Acho que era isso. Voltem sempre e a gente se vê nos Melhores de 2009 =)

Os 10 melhores discos internacionais dos anos 00

dezembro 15, 2009

Dessa vez não tem Top 50, a história é rápida: abaixo estão os 10 melhores discos lançados fora do Brasil na humilde opinião deste que vos fala. Assim como na lista nacional, deixei de lado a importância histórica dos discos e selecionei os discos de acordo com meu gosto pessoal e a importância deles na minha vida. Foi nesse momento que o In Rainbows, do Radiohead, rodou (apesar de toda sua importância para o mercado e a maneira como vemos a música hoje, musicalmente esse disco nunca me desceu muito bem). Tem muito mais coisa boa que ficou de fora, como Paul McCartney, Morrissey, Bob Dylan, The Killers, Jarvis Cocker, Arcade Fire, Sondre Lerche, PJ Harvey, LCD Soundsystem, Amy Winehouse, o solo do James Dean Bradfield, Islands, Brendan Benson, Raconteurs, White Stripes, Cat Power, The Sounds, TV On The Radio, R.E.M., Black Rebel Motorcycle Club e, bem, a lista é imensa.

Divirta-se com a seleção abaixo e me diga nos comentários: quais os 10 melhores discos internacionais dos anos 00 para você?

P.S.: Essa foi a lista que eu mandei para a enquete do Mac lá no Scream & Yell. Você confere o resultado da votação aqui. Aproveita e dá uma lida na repercusão que a lista tá gerando, no blog do Forastieri e a reflexão do Mac sobre a década.

P.S. 2: Todas os vídeos do YouTube são de versões ao vivo das músicas, em boa parte das vezes em um arranjo diferente e mais intimista. Vale a pena procurar o original.

10 – For Emma, Forever Go – Bon Iver (2008)

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9 – Know You Enemy – Manic Street Preachers (2001)

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8 – Ga Ga Ga Ga Ga – Spoon (2007)

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7 – Road to Rouen – Supergrass (2005)

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6 – Yoshimi Battles The Pink Robot – The Flaming Lips (2002)

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5 – Franz Ferdinand – Franz Ferdinand (2004)

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4 – Powder Burns – The Twilight Singers (2006)

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3 – Yankee Hotel Foxtrot – Wilco (2002)

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2 – Songs For The Deaf – Queens Of The Stone Age (2002)

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1 – Is This It – The Strokes (2001)

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Os 50 melhores discos nacionais da década (1 a 10)

dezembro 11, 2009

Antes de mais nada, cabem aqui algumas considerações sobre essa lista extensa. Vamos a elas:

1 – Quando o Lívio me pediu a lista com 50 discos eu tinha acabado de fechar o meu Top 10 da década para o Scream & Yell. Para a eleição do SY (que teve seu resultado divulgado na quarta e está um ótimo panorama da década), como eram apenas 10 discos, resolvi não repetir bandas. Assim, quando tive listar os 50 melhores da década, me peguei pensando se deveria manter o Top 10 inicial, porque o Ventura e o Uhuuu! teriam lugar fácil neste post de hoje. Mas, para não alterar nenhuma lista, preferi continuar a evitar a repetição nas primeiras posições. Por isso Ventura e Uhuuu! são o 11º e o 12º lugar.

2 – Essa lista tem caráter totalmente pessoal. Todos os discos que ocupam o Top 5, por exemplo, foram extremamente importantes e significativos em algum (ou alguns) momentos destes últimos dez anos. Foram trilha sonora da minha vida, sendo bem piegas. Mas, é claro, o que mais balizou a lista foi qualidade estética e musical. Todos os discos deste Top 10 têm algo de transgressor, de particular, de sensacional. E, veja só, até por isso os cinco primeiros ganharam textinhos para explicá-los.

Abaixo, a última parte – e aqui os discos de 11 a 20, 21 a 30, 31 a 40 e 41 a 50. Leia, comente, xingue, critique, participe mas, o mais importante, escute. Estar de mente aberta para novas sonoridades e artistas é a coisa mais importante quando se gosta de música.

10 – Seres Verdes ao Redor – Supercordas (2006)

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9 – A Farsa do Samba Nublado – Wado (2004)

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8 – Doces, Refrescos e Tratamentos Dentários – Video Hits (2000)

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7 – Japan Pop Show – Curumin (2008)

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6 – Simetria Radial – Pipodélica (2003)

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5 – O Exercício das Pequenas Coisas – Ludov (2005)

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Poucas vezes durante os anos 00 uma banda brasileira fez um pop tão palatável e inteligente quanto em O Exercício das Pequenas Coisas. E olha que nem estou contando com “Princesa”, que entrou no disco como faixa-bônus. Já no refrão da primeira música do disco o Ludov ensina o caminho para este pop tão perfeitinho: “por que você se leva tão a sério?”. O clima leve e descontraído permeia as três primeiras músicas, no balanço suave de “Estrelas” e “O dia em que seremos felizes”. Mas é em “Dorme em Paz”, a quarta faixa, que a banda prova toda sua versatilidade, em uma balada soturna em um crescendo constante que culmina com um refrão poderoso, embalado pela linda voz de Vanessa Krongold.

Daí pra frente, o jogo estava ganho. “Kriptonita”, que virou tema de vinheta da Fox, traz a mesma intensidade de “Dorme em Paz”, mas agora balanceada pelo velho esquema estrofe-refrão-estrofe-refrão-solo-refrão-solo final, tão manjado mas tão saboroso ao mesmo tempo. O disco termina mais intimista e lírico, com as lindas “Todo Esse Ar” e “É Só Saudade”. Se o mercado fosse justo e coerente, com O Exercício das Pequenas Coisas o Ludov teria tomado de assalto o mainstream brasileiro e vendido milhares de discos.

4 – Daqui Pro Futuro – Pato Fu (2007)

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Se o Pato Fu do início exala juventude e experimentalismo, Daqui Pro Futuro é o retrato de uma banda adulta, em sua maioridade, que sempre fez o que quis durante a carreira e que, aqui, não tem vergonha de tocar nos assuntos de seu dia a dia. Por que, afinal, agora Fernanda é mãe e a experiência muda o jeito de ver o mundo. Apesar de todos os álbuns da banda representarem fielmente o momento pelo qual eles passavam, Daqui Pro Futuro soa como a obra mais sincera da banda, em que eles mais se expuseram enquanto pessoas. Orgânico, com a menor quantidade de barulhinhos e experiências sonoras, ele ressalta as melodias doces criadas pelos mineiros desde os primeiros discos, lembrando que toda boa música deve ser facilmente cantarolável ao violão.

3 – Grandes Infiéis – Violins (2005)

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O grande segredo do Violins é a união do peso de suas guitarras cheias de riffs entrelaçados e as letras filosóficas do vocalista Beto Cupertino, em uma melodia vocal leve. Grandes Infiéis é um disco sobre as relações pessoais confusas, sobre a (dês)confiança mútua, sobre a vida, enfim. Vai da porrada de “Hans”, inspirada no livro A Montanha Mágica, à singela e acústica “Ok, ok”. Grandes Infiéis ganha o ouvinte na primeira ouvida, pega pelo colarinho, dá uns tapas no rosto e o acorda para a realidade áspera do mundo.

2 – … E o Método Tufo de Experiências – Cidadão Instigado (2005)

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É impossível falar de Cidadão Instigado sem dar destaque a seu líder e criador, o guitarrista Fernando Catatau. Nascido no Ceará, Catatau é fruto de uma geração que cresceu ouvindo os chamados “artistas bregas” (Odair José, Waldick Soriano, Benito di Paula) em casa. Mas, acima de tudo, é fã de Roberto Carlos e de música romântica. Catatau é o primeiro grande retrato de uma revalorização do brega nos tempos atuais, boa parte por causa do livro Eu Não Sou Cachorro, Não, de Paulo César Araújo (o mesmo que escreveu a biografia proibida do Rei Roberto).

Outro ponto: Catatau é um dos últimos guitar heros brasileiros, mas não espere solos velozes e acrobacias performáticas. A guitarra do cearense é marcante e reconhecível pelo cuidado com os timbres, o som “gordo” e que preenche muito bem as lacunas, pelo jeito meio seco de tocar as notas e aproveitar à exaustão sua sonoridade. Adicione isso ao olhar de um cronista urbano que veio do interior e você terá os elementos de …E O Método Tufo de Experiências, um disco experimental e ousado ao extremo.

Ele abre e fecha com duas baladas de cortar o coração (“Te Encontra Logo” e “O Tempo”) e abusa dos ritmos nordestinos e latinos em “O Pobre dos Dentes de Ouro” , “O Pinto de Peitos” e “Os Urubus Só Pensam em te Comer” . Mas talvez esteja em “Silêncio na Multidão” o ponto mais estranho do disco, um standard de quase oito minutos em que Catatau não canta, mas declama vagarosamente sua letra sobre a solidão assoladora da vida moderna.

Tufo é o retrato de uma brasilidade escondida e renegada pela maioria das pessoas, uma polaroid de uma identidade que não passa na novela da Globo. Se não é tão pop e assobiável quanto seu sucessor, Uhuuu!, guarda na transgressão e no confronto que os experimentalismos extremos propõe ao ouvinte seu grande segredo. É um disco difícil de assimilar, sem dúvida, mas que guarda detalhes que podem apontar os rumos de uma nova música brasileira. Uma obra-prima.

1 – Bloco do Eu Sozinho – Los Hermanos (2001)

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Depois de Bloco do Eu Sozinho nada mais foi o mesmo no rock independente brasileiro. Este é o disco que tirou a vergonha de gostar de samba entre os indies, a invenção do rock-samba, com melancolia mil nunca vista antes no rock nacional. Não é exagero afirmar que cerca de metade das bandas do cenário atual são filhas diretas do Bloco e do Los Hermanos – Ronei Jorge e Os Ladrões de Bicicleta, Mombojó, Móveis Coloniais de Acaju, Banda Gentileza, Wado, Numismata, Cérebro Eletrônico para citar as primeiras que vieram à cabeça. Tudo isso por que Bloco é uma coleção de canções pungentes e singelas, do final de festa de “Todo carnaval tem seu fim” ao lirismo exacerbado de “Sentimental”, passando pelo misto de chanson francesa “Cher Antoine” e o vigor de “A Flor”. O disco que fundamentou o caminho para o Los Hermanos se tornar a banda de rock mais importante da década.

Os 50 melhores discos nacionais da década (11 a 20)

dezembro 8, 2009

20 – Charme Chulo – Charme Chulo (2007)

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19 – No chão, sem o chão – Rômulo Fróes (2009)

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18 – Vagarosa – Céu (2009)

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17 – Wonkavision – Wonkavision (2004)

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16 – C_mpl_te – Móveis Coloniais de Acaju (2009)

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15 – Pareço Moderno – Cérebro Eletrônico (2008)

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14 – Paraquedas de Coração – Wander Wildner (2004)

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13 – Nadadenovo – Mombojó (2004)

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12 – Uhuuu! – Cidadão Instigado (2009)

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11 – Ventura – Los Hermanos (2003)

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Os 50 melhores discos nacionais da década (21 a 30)

dezembro 7, 2009

30 – Rubinho e Força Bruta – Rubinho Jacobina (2005)

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29 – Fino Coletivo – Fino Coletivo (2007)

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28 – Superguidis – Superguidis (2006)

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27 – Fome de Tudo – Nação Zumbi (2007)

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26 – – Caetano Veloso (2006)

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25 – Picture Perfect – Maybes (2000)

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24 – Teletransporte – Autoramas (2007)

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23 – Carteira Nacional de Apaixonado – Frank Jorge (2000)

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22 – A Marcha dos Invisíveis – Terminal Guadalupe (2007)

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21 – Toda Cura Para Todo Mal – Pato Fu (2005)

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Os 50 melhores discos nacionais da década (31 a 40)

dezembro 6, 2009

Continuando…

40 – With Lasers – Bonde do Rolê (2006)

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39 – Vanguart – Vanguart (2007)

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38 – Los Porongas – Los Porongas (2007)

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37 – Nada Pode Parar os Autoramas – Autoramas (2003)

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36 – O Avesso – Poléxia (2005)

35 – Não Esperem por Nós – Pipodélica (2008)

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34 – (Não Contavam com) Os Pistoleiros – Os Pistoleiros (2000)

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33 – Homem-Espuma – Mombojó (2006)

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32 – Tudo Que Eu Sempre Sonhei – Pullovers (2009)

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31 – Life is a Big Holiday for Us – Black Drawing Chalks (2009)

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Os 50 melhores discos nacionais da década (41 a 50)

dezembro 4, 2009

Um pouco depois de fechar minha votação dos dez melhores discos dos anos 00, o Lívio, do Bloody Pop, pediu algo mais ousado: os 50 melhores álbuns e as 50 melhores músicas lançadas no Brasil na década. Começo a publicar a lista de álbuns hoje. A de músicas ainda não tá fechada, mas provavelmente vão entrar várias dessa minha listinha de baladas. Confere abaixo e comenta.

50 – Superphones – Superphones (2005)

49 – Gram – Gram (2004)

gram01

48 – Mopho – Mopho (2000)

mopho

47 – Tom Bloch 2 – Tom Bloch (2008)

tombloch

46 – Anticontrole – Walverdes (2002)

anticontrole

45 – Cachorro Grande – Cachorro Grande (2001)

CACHORO20GRANDE20120CACHORRO20GRAND

44 – Se Sexo É o que Importa, Só o Rock é Sobre Amor – Bidê ou Balde (2000)

bide

43 – Tribunal Surdo – Violins (2007)

tribunal surdo

42 – Descartável Longa Vida – Ecos Falsos (2007)

descartavel

41 – Um Olho no Fósforo, Outro na Fagulha – Pata de Elefante (2008)

Um Olho No Fósforo, Outro Na Fagulha(2007)